quarta-feira, março 27

Páscoa




Sua proposta de vida não foi atendida por muitos.
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que o terceiro dia a vida acontecia.

A páscoa existe para nos lembrar deste momento inigualável chamado ressurreição.
Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças.

E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos da páscoa.
Cristo morreu, mas ressuscitou.

E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.
Que este seja o verdadeiro da minha, da sua, da nossa Páscoa, que possamos encontrar amor, carinho, paz, fraternidade, companheirismo, porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa.
Feliz Páscoa para todos vocês!!!
São os votos de toda a equipe do Departamento Municipal de Educação

terça-feira, março 26

APOSTILA OU LIVRO DIDÁTICO?

APOSTILA OU LIVRO DIDÁTICO?


Fonte: Fundação Lemann

Livro didático ou apostila? O que funciona mais na hora de ensinar crianças do ensino fundamental? A polêmica existe há algum tempo, mas ganhou força recentemente depois que o Ministério da Educação (MEC) divulgou pela primeira vez quais cidades dispensaram o livro didático, oferecido gratuitamente pelo governo. Só no Estado de São Paulo foram 143 municípios - 22% do total. A maioria deles optou pelos sistemas de ensino oferecidos por empresas privadas como COC, Positivo e Objetivo, os mesmos usados em algumas escolas particulares.

O uso das apostilas, porém, está longe de ter aceitação unânime. Uma corrente de educadores as considera simplificadoras da realidade das aulas, com um possível efeito nefasto de "robotizar" os professores. Um poderoso argumento contra o sistema estruturado é que ele não é usado de forma abrangente em nenhum dos países com melhores resultados no ensino. Por que então seriam a solução no Brasil?


Essa discussão camufla o fato de que nem a apostila nem o livro didático, isoladamente, determinam se um aluno aprende mais ou menos. Há fortes indícios de que os sistemas de ensino funcionam por motivos que vão além da qualidade técnica. Nas cidades paulistas que usam o material apostilado há pelo menos cinco anos, o aparato que vem junto - e a forma como a rede se organiza para usá-lo - explica melhor por que algumas conseguem ganhar posições no Ideb. Esse aparato acaba organizando a casa: da sala de aula às estratégias de política pública da cidade. "A discussão que vale a pena é sobre a constatação do caos na escola pública", diz Paula Louzano, economista responsável pela pesquisa da Fundação Lemann. "Ele é tão grande que, com o mínimo de organização e um material minimamente estruturado - e às vezes de qualidade duvidosa -, os alunos aprendem mais."



Além de a apostila servir como uma espécie de currículo, cada aluno pode ter a sua.



Não é que as apostilas sejam excelentes - em muitos casos elas são fracas -, mas, em relação ao desastre do ensino em geral, elas se destacam. Para começar, as apostilas são usadas como plano de aula dentro das classes. O conteúdo é apresentado como um passo a passo, tem a linearidade que o livro didático não traz (porque é usado de outra forma) e de algum modo obriga o professor a não pular etapas. Junte-se a isso o acompanhamento que é feito pela equipe técnica das empresas de ensino e chega-se a uma fórmula que completa o que falta na formação dos professores.



"As apostilas norteiam meu trabalho, fica bem mais fácil planejar as aulas", diz Carla Bortoluci, professora de matemática para alunos de 5a a 8a série na rede municipal de Itapeva, São Paulo. Outra vantagem: fica mais fácil acompanhar e cobrar do professor a matéria que deve ser dada.



Além de a apostila servir como uma espécie de currículo a ser seguido, cada aluno tem a sua - uma "regalia" nem sempre garantida pelo livro didático. Primeiro, porque o número de livros entregue não bate com o número de crianças, já que o MEC se baseia no censo escolar do ano anterior para calcular a entrega. Segundo, porque o livro didático não é consumível em algumas das séries do ensino fundamental. Ele não pertence ao aluno. Por isso, não pode ser levado para casa. O livro fica na escola para ser usado por alunos de outro período. Com seu próprio material, a criançada não perde tanto tempo fazendo anotações no caderno e sobram minutos valiosos para prestar atenção no que o professor diz. Exercícios e lições de casa feitos na própria apostila ajudam o professor a enxergar falhas no aprendizado. "Eu tenho mais visibilidade de onde cada um vai mal, em comparação com o colega do lado", afirma Carla. "E a partir daí vou procurar exercícios extras ou outras atividades para reforçar a lição, sem precisar ficar presa na apostila."



Mesmo quem usa o livro didático aponta a vantagem de ter uma apostila por aluno. Diadema, cidade da Grande São Paulo que optou pelo livro didático, decidiu desembolsar dinheiro para comprar livros extras, de modo a complementar a encomenda do MEC e distribuí-los a todos os alunos (mesmo pagando até cinco vezes mais do que o MEC paga s por livro). "Anotações no caderno geram perdas pedagógicas significativas, porque interferem na organização do tempo da aula", afirma Lúcia Couto, secretária de Educação da cidade.



Fora da sala de aula, o sistema de ensino ajuda a organizar a política de educação das redes, que muitas vezes não têm planejamento claro e objetivo. Um dos principais motivos dos gestores das redes para adotar as apostilas é fazer todas as escolas trabalhar com o mesmo material. Isso facilita a formatação de cursos de treinamento de professores. Em Itapeva, a Secretaria tem um centro de formação de professores que trabalha junto com a equipe de educadores do sistema. "O grande desafio, independentemente do material usado, continua sendo a formação do professor", diz Selma Cravo, secretária de Educação de Itapeva, que também usa o livro didático, mas para as séries iniciais do ensino fundamental. A cidade está entre as melhores notas do Ideb de sua região.



O argumento pedagógico por trás dessa estratégia é que, quando há alinhamento entre o conhecimento do professor e o conteúdo do material didático, o desempenho do professor melhora. "As apostilas não são perfeitas", diz Paulo Magri, secretário municipal de Novo Horizonte, São Paulo, que as usa desde 2005. "O que faz diferença é acompanhar o desempenho das escolas e dos professores." Novo Horizonte tem o segundo melhor Ideb de 5a a 8a série do Estado e o quinto do país. Nas séries iniciais, sua nota é 6,5, maior do que a meta para 2021. Isso funciona também para quem usa o livro didático. Em Jacareí, que usa o material do MEC, o secretário de Educação emplacou uma resolução municipal para garantir que todas as escolas encomendassem ao governo o mesmo livro didático para cada série e cada disciplina. A escolha foi feita em um fórum com todos os representantes das escolas municipais, que levaram a plenário as escolhas de seus professores. "O ganho no gerenciamento pedagógico é gigantesco", diz o secretário João Roberto de Souza. A melhora de Jacareí no Ideb neste ano foi acima da média nacional.



Para muitos educadores, isso também é discutível. "A formatação das aulas para melhorar o uso do tempo dentro da sala é uma resposta pedagógica pobre para o aprendizado", diz Romualdo Portela, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). O grande receio é em relação à padronização do ensino. "O risco é ignorar as diferenças entre escolas e dentro de uma mesma escola", diz Theresa Adrião, da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp). Theresa pesquisou o avanço do uso dos sistemas de ensino nas escolas municipais de São Paulo e chegou a uma conclusão oposta à dos gestores que defendem as apostilas. "O desempenho do professor é prejudicado. Quanto mais o professor for "desresponsabilizado" de sua tarefa, dado que tudo vem programado por terceiros, menos dele a sociedade poderá exigir."



O que todos parecem concordar é que as apostilas não são a solução definitiva para melhorar a qualidade do ensino público. Não há casos em nenhum lugar do mundo de países que melhoraram sua educação usando materiais estruturados. "É claro que é um remendo", diz Paula, da Fundação Lemann. Mas, enquanto o país, o Estado e os municípios não investirem o suficiente na formação para professores e gestores da educação, é natural que as redes de ensino busquem o razoável para combater o péssimo. 

sábado, março 23

A ESCOLA QUE ESPIRRAVA CRIANÇAS


A ESCOLA QUE ESPIRRAVA CRIANÇAS

As crianças não podiam fazer nada: não podiam
perguntar, não podiam brincar, não podiam mostrar-se
curiosas. A escola não deixava. Qualquer coisinha 
e ela espirrava as crianças.

O mais esquisito era o final do ano:
ela falava que as crianças não
tinham aprendido nada.
Escrevia num papel: reprovado!, 
com tinta vermelha, que era para
todo mundo ver que ela,
a escola, é que sabia tudo!

A escola não era má; ela achava que era bom ser assim e, se
era bom para ela, deveria ser bom para as crianças também.

Mas, engraçado! As crianças 
eram tão sabidas! Sabiam
contar estórias, empinar tão
bem papagaios, sabiam
brincadeiras divertidas,
cantavam lindas canções.
Além disso, eram craques com 
a bola! Como é que pode a 
escola achar que elas não  
sabiam nada!

Todo mundo ficava triste e pensava: "será que essa escola não
enxerga que cada criança é diferente, tem uma família diferente,
aprende coisas diferentes, vive de formas diferentes?

Um dia a escola começou a desconfiar que 
as pessoas estavam ficando tristes
e a vida lá fora, tão difícil!

E aquelas crianças que ela espirrava
 estavam ali, crescendo na rua,
aprendendo outras coisas, algumas
legais, outras nem tão legais assim.

E as crianças olhavam a escola por cima do muro - elas
queriam estar lá dentro, conviver com os colegas de sua
idade, aprender coisas interessantes. Afinal, para que
serve a escola? Não é para ensinar, para que a vida fique
melhor e viver seja uma experiência bonita?

Felizmente, não só as crianças olhavam por cima do muro.

Muitos professores e professoras espichavam os olhos e
olhavam lá fora e pensavam: "será que não tem jeito...?

Com tantos olhos à sua volta, a escola começou
a ficar incomodada. Cada vez mais crianças
olhavam e professores olhava por cima do 
muro: as crianças, lá para dentro, os professores, 
para fora. Aquele tantão de olhos de crianças
parecia sempre estar falando para a escola:
"nós também queremos estudar!..."

Os olhos olhavam tanto a escola, que, um dia, o portão se abriu

um pouquinho. As crianças olharam umas para as outras e
entraram. A partir desse dia, a escola começou a enxergá-las,
como se fosse a primeira vez.

Mas, mesmo assim, ela continuava a espirrar crianças...

O tempo foi passando. Um dia, a escola, depois de pensar, de
olhar-se no espelho, olhar o muro e ver que ainda tinha muitos
 olhos lá em cima, ela resolveu abrir os portões de vez:

Venham crianças! O lugar de vocês é aqui!
Tragam seus pais, vamos discutir, juntos, uma forma mais
interessante, mais democrática de ensinar e aprender! Olhando 
no fundo dos seus olhos, ouvindo os professores, eu percebi
que vocês sabem coisas, e muitas coisas mesmo!

Percebi, também, que cada um sabe coisas diferentes...
E aprendi, aprendi com vocês uma grande lição: a escola é um
direito de vocês. De todos! Para isto, muita coisa tem que mudar.


Daqui para frente, quero ser uma Escola Plural.
vocês sabem o que é isto? Uma escola que nunca mais possa
espirrar crianças. Eu entendi que ninguém pára de
aprender só porque chegou no final do ano.

Entendi, também, que cada um aprende de maneira
e num tempo maior ou menor que o outro. Mas o importante é
que todos são capazes de aprender.

Desse dia em diante a escola mudou. Pais, alunos
e professores estão sempre discutindo uma maneira de fazer a
escola ficar cada dia melhor. Descobriram ( e continuam 
descobrindo) que, desse jeito, estudar é melhor, mais gostoso...
E aprender pode transformar numa fantástica aventura ....

Fátima Moreira Pfeilsticker

DIA MUNDIAL DA ÁGUA



Os Departamentos de Educação, Agricultura e Meio Ambiente do Município de Capitólio, com o apoio da Copasa e das Escolas Municipais e Estaduais de Capitólio, promoveram ato alusivo ao Dia Mundial da Água. O evento foi realizado no Recinto de Festas da SSVP e foi aberto pelo Padre José Pimenta da Silva (Pe. Pimenta), que falou às crianças e aos jovens sobre a importância da preservação da água. Em seguida, os alunos fizeram caminhada até a Lagoa.








quinta-feira, março 21

terça-feira, março 19

POESIA: FALTA D'ÁGUA



FALTA D'ÁGUA

Pela proteção dos mananciais,
delate o algoz que lhe devora,
que furta orvalhos matinais,
e eterna aventura que no mato chora.

Abre ao relento o aquecimento, 
e uma multidão padece e implora,
a vida esvaindo a cada momento.
Em todo aceno, a criação vai embora.

No entanto, quanto mais tarde acordar,
quem sabe a morte por você reclame?
E a vida morra em todo seu tempo?

Todavia se seu canto espalhar,
num eco sufocar o infame,
de qualquer flagelo estará isento.

MARIANO, Lázaro. Canto da Terra - Identidades - 2009

REFLITA


REUNIÃO REALIZADA EM 13/03/2013 NA COMUNIDADE DO TURVO

Alunos recebendo certificado de participação no Concurso "Mandando bem no trânsito", patrocinado pela Concessionária Nascentes das Gerais em parceria com as escolas as margens da MG-050.

Inauguração do PROINFO, já em funcionamento, atendendo aos alunos da escola, bem como a comunidade, com Internet e instrutora para os alunos.

Público presente na Reunião


PLANETA ÁGUA - GUILHERME ARANTES


PLANETA ÁGUA
GUILHERME ARANTES
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...

Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...

DIA MUNDIAL DA ÁGUA


DIA MUNDIAL DA ÁGUA

22 DE MARÇO



Desde os primórdios da humanidade sabemos que o homem sempre se estabeleceu em locais próximos aos rios e mares, para garantir seu sustento através da pesca e da agricultura.
A história do Egito faz uma excelente demonstração desse fato, quando os homens, às margens do rio Nilo, fizeram os primeiros aglomerados humanos e construíram as primeiras cidades do mundo. Ali já se registrava o quanto o homem era dependente da água.
Porém, com o passar dos anos, com a evolução da humanidade, a água passou a ser tratada com desrespeito, sendo poluída e desperdiçada.
Por esses motivos, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou o Dia Mundial da Água, em 22 de março de 1992, para promover discussões acerca da consciência do homem em relação a tal bem natural.
Em 10 de dezembro de 2002, o senado brasileiro aprovou o dia nacional da água através do projeto de lei do deputado Sérgio Novais (PSB-CE). O texto destaca que esse deverá “oferecer à sociedade brasileira a oportunidade e o estímulo para o debate dos problemas e a busca de soluções relacionadas ao uso e à conservação dos recursos hídricos.”
A preocupação surgiu através dos grandes índices de poluição ambiental do planeta, envolvendo a qualidade da água que consumimos.
A ONU elaborou um documento com medidas cautelosas a favor desse bem natural, trazendo também informações para garantir a cultura de preservação ambiental e a consciência ecológica em relação à água.
Na Declaração Universal dos Direitos da Água, criada pela ONU, dentre as principais abordagens estão:
- Que devemos ser responsáveis com a economia de água, pois essa é condição essencial de vida;
- Que ela é um patrimônio mundial e que todos nós somos responsáveis pela sua conservação;
- Que a água potável deve ser utilizada com economia, pois os recursos de tratamento são ainda lentos e escassos;
- Que o equilíbrio do planeta depende da conservação dos rios, mares e oceanos, bem como dos ciclos naturais da água;
- Que devemos ser responsáveis com as gerações futuras;
- Que precisamos utilizá-la tendo consciência de que não devemos poluí-la ou envenená-la;
- Que o homem deve ser solidário, evitando o seu desperdício e lutando pelo seu equilíbrio na natureza.
Com esse documento, a Organização das Nações Unidas tornou obrigatório que todos as pessoas sejam responsáveis pela qualidade da água, bem como pela sua manutenção, tendo, assim, formas de garantir a melhoria de vida no planeta.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia



sábado, março 16

História do Dia Mundial da Água


Quem é o autor de Canto da Terra - Identidades???


           Lázaro Mariano, nasceu em 03 de abril de 1968, na cidade de Piumhi - MG. Era Lazinho o oitavo filho de Evaristo Mariano e Aparecida Maria. Em 1972, já era órfão de pai. Dessa curta convivência embasada pelos toques de viola, as últimas palavras de seu pai e o gosto musical de sua mãe, começa a se interessar por poesia rural e, no início de sua alfabetização escolar em 1974, já aflora seus primeiros registros poéticos.
           Optou por ecoar a sua voz ao mundo se formando compositor, músico autodidata, especialista em Educação Matemática e professor em Betim, Minas Gerais. Em 2006, gravou suas primeiras canções em um CD intitulado IDENTIDADE CAIPIRA e agora lhes traz a oportunidade de cutucar suas próprias identidades em um canto qualquer dessa terra de diversidades e histórias coincidentes.

Para mais informações acesse:
www.myspace.com/lazaromariano
lazzo.violeiro@gmail.com
lazaromariano@hotmail.com
Telefones: (31) 3532-1344 (31) 9861-8135

POESIA: A ESCOLA QUE SONHEI UM DIA




A ESCOLA QUE SONHEI UM DIA

Esse dia é de respeito,
vim aqui comemorar,
 com amor dentro do peito,
vou participar!

Vou por onde meu Deus me tocar.
Vou pedir ajuda e ajudar.
No respeito e com respeito caminhar.
Tropeços não vão me impedir.
Tenho um caminho pra seguir.
O sentido pela vida descobri.
A escola que sonhei pra mim!

Sonhei como Freire sonhou.
Pensei como Freire pensou.

Nesta vida engraçada
vê-se má distribuição.
Uma visão tão errada
do poder nas mãos.

Nas mãos de uma minoria, sim.
Se o direito emana de todo irmão,
isso é falta de respeito a Constituição.
Querem regular todo o Brasil.
Antes usaram até fuzil.
Polícia matando criança.
Que horror!
Está faltando muito amor.

Faltou respeito no Brasil.
O direito do povo exauriu.

O respeito na família
é fundamental.
Com seu filho, sua filha,
materno e paternal.

Esta vida nossa é muito breve.
Acreditamos em um amor que enleve.
O respeito social na política,
consciência, autonomia,
a escola, o povo, a família,
num caminho único a seguir.
A escola que eu sonhei pra mim!

Sonhei como Freire sonhou.
Pensei como Freire pensou.

MARIANO, Lázaro. Canto da Terra - Identidades - 2009


Departamento Municipal de Educação de Capitólio


Vídeo feito na Escola Municipal João Batista Trindade, na comunidade do Turvo.