sábado, agosto 31

O Professor Alberico na visão do irmão e companheiro de profissão Lázaro Mariano.

O professor Alberico ensinou com novas idéias matemáticas de formação alternativa. Exímio professor de Cálculo, Álgebra, Probabilidade, Estatística e Geometria, Alberico visava a investigação, a resolução de problemas, as aplicações assim como uma análise histórica, sociológica e política do desenvolvimento da disciplina . Era fanático com números e em todo lugar que está tem mania de fazer combinações algébricas, aritméticas, seja em placas de automóveis no trânsito, seja em datas importantes, com nomes de pessoas. Foi aquele raro professor que repensava a partir do sentido da matemática na vida, procurando na teoria soluções para os problemas encontrados na prática numa relação dialética: prática - teoria - prática.
A Metodologia e Prática de Ensino da Matemática  do Alberico se realizava na integralização entre os conteúdos matemáticos e os conteúdos pedagógicos, quando relacionava os conteúdos vistos em nível de 3º Grau com os conteúdos trabalhados no Fundamental e Médio. Alberico em sua busca constante do saber, sabia perpassar por todas as disciplinas, sejam elas de conteúdo específico, metodológico ou pedagógico.
Coordenava projetos importantes como "O Coral Infantil Sol Nascente", " Grupo de Seresta Sol Nascente". Desde os 6 anos de idade já se mostrava um futuro analista financeiro quando já tinha sua poupança em banco, fruto de seu trabalho ambulante como vendedor de laranjas para Dona Chica do João Sabino em Piumhi MG. Intercalava a este trabalho o ofício de engraxate.  Foi servente de pedreiro, bóia-fria, mineirador, artista plástico autotidata, calçador de rua e ainda aliava ao trabalho de professor, a música através do "Clarinete".
Vencedor de alguns concursos de matemática, dentre eles destaca-se o mais importante atualmente, OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática em Escolas Públicas).
1965 - Nasceu em Piumhi MG, Região Água Limpa em domicílio.1971 - Ingresso no Ensino Primário na Escola Estadual Dr. Avelino de Queiroz.1972 - Perdeu o pai por motivo de doença de chagas.1975 - Conclusão do Ensino Primário.1976 - Ingresso no Primeiro Grau na Escola Estadual Prof.João Menezes.1980 - Conclusão do Primeiro Grau na Escola Estadual Prof.João Menezes.1981 - Ingresso no Segundo Grau Científico na Escola Estadual Prof. João Menezes.1983 - Conclusão do Segundo Grau Científico na Escola Estadual Prof. João Menezes.1984 - Ingresso na Faculdade de Matemática da FAFIPA/UEMG de Passos MG.1984 - Começa a lecionar em Escolas Públicas e Privadas de São Roque de Minas e Vargem Bonita.1987 - Conclusão de Licenciatura Curta na FAFIPA/UEMG -  Passos MG.1988 - Ingresso na Faculdade de Filosofia de Formiga - Matemática - Licenciatura Plena1991 - Tomou posse no Cargo de Professor Titular de Matemática na Escola Antônio Passos Silva em Guapé MG. Mudou-se para Guapé MG.1993-  Conclusão do Curso de Aperfeiçoamento em Matemática na UFMG.1995 - Casou-se com Elaine Ferreira em Guapé MG1996 - Tem a primeira filha Evellyn1997 - Pós-Graduação na Faculdade São Luiz de Jaboticabal-SP2006 - Nasce a segunda filha Emillyn2011 - Torna-se Presidente da Associação Água arte, Sol Nascente, Associação Guapeense de Aprendizes de Artes.2013 - Morreu aos 24 dias de Agosto.

2014 -  Primeiro ano sem a presença física de Alberico.
2015 -  Segundo ano sem a presença física de Alberico.

quinta-feira, agosto 22

A importância do esporte na educação

A importância do esporte na educação

Cada vez mais os esportes vem revolucionando as escolas do país. A preocupação no ensino vem crescendo e uma maneira de incentivo aos nossos alunos é buscar o desenvolvimento nos esportes. Por isso, a importância do esporte na educação.
A prática esportiva como instrumento educacional visa o desenvolvimento integral das crianças, jovens e adolescentes, capacita o sujeito a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas, bem como, com as necessidades, expectativas e desejos dos outros, de forma que o mesmo possa desenvolver as competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais para o seu processo de desenvolvimento individual e social.
O esporte, como instrumento pedagógico, precisa se integrar às finalidades gerais da educação, de desenvolvimento das individualidades, de formação para a cidadania e de orientação para a prática social. O campo pedagógico do Esporte é um campo aberto para a exploração de novos sentidos/significados, ou seja, permite que sejam explorados pela ação dos educandos envolvidos nas diferentes situações.
Além de ampliar o campo experimental do indivíduo, cria obrigações, estimula a personalidade intelectual e física e oferece chances reais de integração social.
Em meio a estas descobertas do esporte o que vem revolucionando hoje em dia as escolas é o chamado Esporte que tem o início nas aulas de Educação Física. A adrenalina, emoção e o prazer de se exercitar nesta aventura faz com que o aluno alcance diferentes maneiras de aprender um movimento e de se integrar ao meio social.
Ensinar a prática de esportes é preparar o aluno para executar determinadas habilidades por meio da descoberta do prazer de se exercitar. Tudo isso envolvendo segurança, bons profissionais e educadores sempre por perto.
Para a criança ou adolescente estar em contato com a adrenalina, natureza e aventura é o modo de desenvolver outras habilidades e nesta hora que é mostrado o potencial de cada um. 
Através destas aulas é possível adequar as disciplinas dadas em sala de aula, mostrando e fazendo com que a criança se desenvolva melhor.
       Como educador não vejo como diferenciar o espaço físico de uma criança de educação física com o daquela inscrita para participar apenas do esporte. Os nossos futuros atletas terão início na formação educacional e na sua preparação cotidiana, para isso enquanto o governo estadual eliminou o professor de Educação do Ensino Fundamental I ampliamos o nosso quadro. Só teremos um país de grandes atletas se fundirmos Educação Física e Esporte para um objetivo comum.

I Seminário de Educação de Piumhi.

I Seminário de Educação de Pumhi.
O I Seminário de Educação de Piumhi proporcionou um debate necessário para uma educação transformadora e atuante diante dos avanços tecnológicos do século XXI.  A educação, no contexto escolar deste século, se torna mais complexa e exige esforços redobrados e maior organização do trabalho educacional, assim como participação da comunidade na realização desse empreendimento, a fim de que possa ser efetiva, já que não basta ao estabelecimento de ensino apenas preparar o aluno, uma vez que o que ele precisa é de aprender para compreender a vida, a si mesmo e a sociedade, como condições para ações competentes na prática da cidadania. E o ambiente escolar como um todo deve oferecer-lhe esta experiência, mas, não se prepara um ambiente para lidar com os conflitos sem preparar dirigentes, educadores e trabalhadores na educação.
            A Escola precisa ser interessante à sua clientela, cativá-la, ser referencial e seus colaboradores devem ser capacitados e conscientes do papel de “transformadores de cidadãos”, devem repensar suas práticas, reformularem seu planejamento visando facilitar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos e para então se empenharem em elevar o nível intelectual da escola.
            O I Seminário de Educação de Piumhi ministrados pelos professores Clayton Pereira e César Nunes com apoio da Equipe técnica da Editora Saraiva, traz aos nossos dirigentes e educadores uma proposta que sai da teoria para a prática, nos mostrando que a formação educacional não pode limitar ao prédio e à sala de aula.
            A Gestão Participativa deve ser como um momento de prática coletiva e social, ou seja, um processo de participação (de todos), este deve ser claramente inserido às condições da realidade que atua. Caracteriza-se por uma ação que visa mudança nas relações de poder, transformando-as de verticais (ideológicas e coercitivas) para horizontais (dialógica e democrática), mas para isso é necessário, também, mudança de atitudes dos agentes (sujeitos) do processo. Estes se comprometem com o trabalho porque tem consciência e intenção para a ação que acreditam. Esta leitura e a vivência escolar da atualidade se fazem notória a importância do planejamento participativo, pois sem a sua atuação torna-se impossível uma gestão democrática, desejada por nós.
Para democratizar a gestão educacional é necessário que a sociedade exerça seu direito à informação e à participação, sendo que estes deveriam fazer parte dos objetivos do governo municipal, estadual e federal e comprometer-se, também, com a solidificação da democracia. A democratização requer da sociedade verdadeira participação na formulação e avaliação da política educacional e sob total fiscalização. Faz-se necessário envolvimento de grupos sociais nas instituições (Conselho Escolar, Associação de pais e mestres, grêmios...).Além de incentivar e trabalhar junto à comunidade uma gestão de qualidade requer conhecimentos sobre legislação, já mencionado, quando se falou em ensino fundamental obrigatório e gratuito para todos.

Também, para administrar é necessário planejar, que se resume em buscar um fim através de ações. Planeja-se porque existe uma realidade a ser transformada, portanto não é algo abstrato, mas intimamente ligado ao real, ou seja, à realidade escolar. O planejamento participativo é encarado com descaso ao termo “participativo”, quer dizer que muitas vezes, ou em sua maioria, ele é apenas um slogan abstrato, facilitando a manipulação dos planejadores (dominantes) sobre os dominados, sendo esta a primeira dificuldade em executar o planejamento participativo. A segunda se refere à acomodação dos funcionários públicos que não conseguem assimilar a participação como algo do cotidiano (fora do papel). E a terceira o descrédito da população (comunidade escolar) quanto a sua força nas transformações sociais. Mas essa idéia deve ser mudada, e a comunidade deve ser chamada para este planejamento.
            Na certeza de que o Projeto Educacional de Piumhi está no caminho certo nós de Capitólio aproveitamos o espaço para parabenizar a Secretária Shirley pela realização deste primeiro Seminário de Educação em Piumhi que teve uma abrangência regional. Já que Seminário vem do latim “Semente” temos a certeza de que esta semente será fértil e quem acabará ganhando são nossos educandos e educadores.



sábado, agosto 10

DIA DOS PAIS






Ser pai é amar o filho desde o momento em que ele é concebido!
É acompanhar a ultra-sonografia,
Transmitindo boas energias!
Ser pai é se desdobrar para deixar
o filho feliz, preocupando-se com a saúde dele desde pequenino.
É estar perto quando nascer o primeiro dentinho
E ajudar a consolar em cada chorinho!
Ser pai é cantar canção de ninar para o filho adormecer.
É contar história para agradar e junto do filho ficar!
Ser pai
É segurar no colo, apertar a mão,
levar para passear,
somando bons momentos que ficarão para sempre na memória!
Ser pai
É ajudar nos primeiros passos, nas primeiras palavras,
acompanhando as primeiras refeições, ajudando mais tarde, nos deveres de casa.
Ser pai é dividir com a mãe a responsabilidade da criação.
É ter disposição, vontade e garra para dar educação!
Ser pai é correr pela casa e brincar com o filho cheio de alegria, dividindo
bons momentos, repartindo a energia, colorindo o dia a dia e brindando os
momentos importantes de glória!
Ser pai
é doação, exemplo de dignidade,
amor e uma leve preocupação!
Ser pai é benção de Deus, dádiva, compreensão,
Crescimento e purificação!
Feliz Dia Dos Pais!

sexta-feira, agosto 9

DIA DA FAMÍLIA

DIA DOS PAIS


A FAMÍLIA BRASILEIRA MUDOU.


         A constituição familiar brasileira mudou nos últimos anos. A família brasileira se diversificou, o que caracteriza uma forte mudança nas relações familiares. Por isso, a família brasileira não pode mais ser descrita como pai, mãe e filhos (família nuclear). Ela recebeu novos indivíduos, como padrastos, madrastas, enteados, famílias homoafetivas, mães sozinhas com filhos, pais sozinhos com filhos, netos morando com avós, famílias mosaico. A formação clássica, casal com filhos, deixou de predominar; segundo dados do IBGE, representam, em 2010, 49,9%. Há 30 anos atrás, eram 75%. São 10.197 milhões de famílias em que só há mãe ou pai; em 37% dos lares, as mães já são as principais responsáveis pelo sustento familiar.

Pai, mãe, padrastos, madrastas, avós, tios...
são pessoas muito queridas pela criança e que participam ativamente de seu cotidiano e educação.






Se meu filho me respondesse...
“Eu  conversaria com ele, tiraria a TV dele, o vídeo game e deixaria ele uns belos dias de castigo!”

Geovane Oliveira Reis – 3º ano.
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas

Se meu filho não respeitar os mais velhos...
“ Eu conversaria com ele e explicaria que não pode desrespeitar os mais velhos. Deixaria ele sem vídeo game, bicicleta e computador, porque quando ele estiver grande não vai desrespeitar mais ninguém.”
Karine Pereira Borges – 4º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas

“Se meu filho tirasse nota ruim na escola eu deixaria  seis horas só para ele estudar. Todas as dificuldades eu explicaria para ele. Só que ele ficaria de castigo do computador, televisão, vídeo-game e de bicicleta.
Procurava saber na escola o que estava acontecendo com meu filho, para ver que solução poderia  tomar.”
Lorrayne Ellen Oliveira Calixto – 5º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas

Se meu filho tirasse notas ruins...
“Eu iria ajudá-lo,  sentar com ele e ajudar nas tarefas; perguntaria qual é a dificuldade dele em aprender os deveres.
Nem que eu precisasse explicar mil vezes, mais explicaria até ele entender. Quando eu tivesse uma folga, iria acompanhá-lo na escola, para quando ele crescer ser um aluno nota 10.”
Cassandra Jesus Nascimento – 5º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira –Espalhinhas


Se meu filho mentisse...
“Se meu filho mentisse eu falaria que não pode mentir,  pois pode trazer várias consequências, tanto para a pessoa que mente, quanto para a pessoa que está ao seu redor. Devemos contar a verdade, mesmo que machuque.”
Camille Eduarda Fernandes – 4º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira- Espalhinhas

Se meu filho tirar nota ruim....
“Eu iria conversar com ele, deixá-lo de castigo por duas horas, sem ver televisão. Colocaria ele para estudar e explicaria que se ele não estudar não será ninguém quando crescer.”
Jaine Efigênia da Silva – 4º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas

Se meu filho fosse mal nas provas...
“Eu o  colocaria para estudar no período da noite e nas férias. Eu iria acompanhar o horário de aula e ver com a professora se ele estava se comportando bem na escola.”
Daniel Alves Rodrigues – 5º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas

Se meu filho fosse desobediente...
“Conversaria com ele  explicaria que devemos ser educados, estudiosos e que devemos respeitar os mais velhos, ter um bom coração e bons modos.
E sempre ensinando meu filho tudo que for bom para tornar um filho exemplar.”
Wachington Jesus Nascimento – 5º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira – Espalhinhas.

Se meu filho não soubesse os fatos...
“Eu colocaria ele para estudar, depois eu tomava os fatos. Eu não deixaria ele ver filme e nem andar de bicicleta, porque ele tem que saber os fatos para sair bem nas provas.”
Natiely Henrique Calixto – 4º ano
E.M. Antônio Modesto de Oliveira - Espalhinhas



“Eu queria que meu filho estudasse, me obedecesse, ajudasse, compartilhasse com os amigos que ele me ama. Queria que ele fosse médico para ajudar as pessoas. Vou respeitar suas escolhas, mas não vou respeitar suas vontades. Nunca vou esquecê-lo. Eu o amo.”
Brena Aparecida de Oliveira Silva – 5º ano.
E.M. João Batista Trindade - Turvo

“Se meu filho tirasse nota ruim na escola eu punha ele para estudar o dia inteiro e depois eu punha de castigo.”
Lauane Aparecida Silva – 4º ano
E.M. João Batista Trindade - Turvo

“Se meu filho tirasse notas boas eu daria muitos presentes e beijos, abraços e tudo que ele quisesse e muito mais.”
Gabriela Ferreira Morais – 5º ano.
E.M. João Batista Trindade

“Se meu filho riscasse a parede, eu deixaria ele de castigo uma semana.”
Melk Samuel – 3º ano
E.M. João Batista Trindade


“Se meu filho xingasse, eu bateria  nele e punha de castigo um mês”.
Mateus  Douglas Silva Batista – 3º ano
E.M. João Batista Trindade

“Se meu filho tirasse notas ruins, eu iria por ele para estudar, mas se ele tirasse notas boas eu iria dar um presente.”
Andreia Silva Reis – 4º ano.
E.M. João Batista Trindade

 “Se meu filho tirasse notas ruins na escola, eu batia nele e punha de castigo por sete meses e se ele tivesse um vídeo game eu não deixaria ele jogar por três meses, Eu punha ele para ajudar todos os dias e se ele tivesse tarefa de casa eu batia nele mas que ele ia fazer tarefa ia de todo jeito, senão, ia apanhar muito e ficaria no seu quarto.
Bruno Henrique Alves Bernardes – 4º ano.
E.M. João Batista Trindade

“Se meu filho fosse educado, eu daria  muitos presentes, levava ele nos parques e fazia tudo que ele quisesse. Se ele tirasse todas as notas vermelhas, eu dava uma coça até ele ficar roxo e deixava ele estudando a noite inteira.”
Pedro Henrique da Costa – 5º ano
E.M. João Batista Trindade - Turvo

“Se meu filho tirasse notas ruins eu faria  ele estudar até a hora que ele aprendesse e se ele tirasse notas boas  ia ganhar um presente muito legal. Se meu filho brigar, eu deixo ele de castigo e se  me ajudar, eu passeio com ele. E assim vai ser minha família quando eu tiver.”
Marcos Renan Pereira Lopes – 5º ano.
E.M. João Batista Trindade - Turvo

“Se meu filho tirasse notas vermelhas, eu o  deixaria  um ano sem jogar vídeo game.”
Fernando Henrique Souza Franco – 4º ano.”
E.M. João Batista Trindade – Turvo


“Se meu filho tirasse notas boas eu daria a ele muitos presentes e o que ele quisesse e um beijo e o levaria para viajar em uma cidade bem grande. Se ele tirasse notas vermelhas eu o deixaria  a noite inteira estudando e de castigo três dias . Se meu filho for estudioso, eu vou ficar orgulhosa dele.”
Camila Sabrina da Silva – 5º ano.
E. M. João Batista Trindade - Turvo

“Se meu filho tirasse notas ruins eu mandaria ele se esforçar nos estudos e nas tarefas de casa; porque tudo nessa vida tem suas consequências e sem os estudos nós não vamos ter trabalho justo e digno.”
Robson José da Silva
E.M. Prof. Nogueira de Sá – 5º ano

“Se minha filha tirasse notas boas na escola eu daria um computador para ela e também daria um abraço, um beijo e a elogiaria bastante, para continuar, para ser alguém na vida.”
Elane Moreira da Cruz
E.M. Prof. Nogueira de Sá – 3º ano.

“Se meu filho tirasse notas ruins na escola eu falaria para ele se concentrar nas matérias e também para ele obedecer mais as professoras e não emburrar. Que se esforçasse para fazer com atenção e capricho as tarefas de casa. Eu o aconselharia a estudar para ter um bom trabalho, porque se ele não estudar terá que trabalhar na roça.”
Weslem Ezaquiel dos Santos
E.M. Prof. Nogueira de Sá – 5º ano.

“Se meu filho batesse no irmão eu o colocaria de castigo, porque não pode bater no irmãozinho. Não é certo ser violento, daria conselhos para ele mudar seus hábitos, porque devemos tratar a todos com respeito.”
Marcos Vinícius Ferreira da Silva
E.M. Prof. Nogueira de Sá. – 5º ano.

“Se meu filho tirasse notas ruins na escola, eu conversaria com ele primeiro e depois o ajudaria a estudar e quando ele tivesse provas eu o ajudaria. Quando ele tirasse notas boas eu lhe daria um presente e o elogiaria.”
Beatriz Barbosa da Cruz
E.M. Prof. Nogueira de Sá – 5º ano.

















Inauguração do Campus Avançado da Universidade Federal de Alfenas em Varginha

Encontro com a Presidente Dilma, Ministro Mercadante da Educação e vários outros na Inauguração do Campus Avançado da Universidade Federal de Alfenas em Varginha.

Inauguração do Campus Avançado da Universidade Federal de Varginha





Encontro com a Presidente Dilma, Ministro Mercadante da Educação e vários outros na Inauguração do Campus Avançado da Universidade Federal de Alfenas em Varginha.